Resgate

Pessoal, nos ajude a encontrar um dono (adoção) para este cãozinho. .

Ele foi resgatado dentro do rio(!), na Av. dos Andradas, próximo à câmara dos vereadores de Belo Horizonte. Os bombeiros o tiraram e o coloquei num lar temporário até encontrarmos um dono que possa adotá-lo.

É um cão dócil da raça Basset. Já fizemos consulta no veterinário (por nossa conta) a fim de tirarmos qualquer dúvida a respeito da saúde dele. Não tem leishmaniose (exame negativo) e está bem.

Você pode ajudar divulgando em seus contatos, e nas redes sociais:

Se puder, imprima o cartaz: Adoção (clique aqui) e divulgue onde puder, por favor.

Obs: Agradeço muitíssimo à Juliana Assumpção que acompanhou todo o resgate e foi mais que uma ajudadora no resgate. Foi muito emocionante e deu certo com o seu grande apoio.

Se tiver informações, nos avise: 9 8815 1510

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Criação do Primeiro Hospital Público Veterinário de Minas Gerais

Por favor, nos ajudem assinando a petição on-line na Avaaz: https://secure.avaaz.org/po/petition/Governador_de_Minas_Gerais_Criacao_do_Primeiro_Hospital_Publico_Veterinario_de_MG/?pv=4

Minas Gerais é o estado do país que possui a maior quantidade de lares com a presença de cães domésticos, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde realizada pelo IBGE em 2013.

São 46,7% dos domicílios mineiros que convivem com cachorros, enquanto que São Paulo fica em segundo lugar, com 43,4%. Ainda assim, São Paulo já se adiantou a esta necessidade cada vez mais crescente na sociedade de cuidar dos animais, e criou no ano de 2012, o primeiro Hospital Público Veterinário do Brasil.

Muitas famílias que vivem com animais domésticos não têm condições financeiras para pagar um tratamento veterinário adequado para os seus cães ou gatos, e por isso acreditamos que seja essencial a criação e a implementação do Primeiro Hospital Público Veterinário (HPV) de Minas Gerais.

Após atingirmos a meta de 50 mil assinaturas, o deputado estadual Fred Costa, Presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, acompanhado por Representantes da Causa Animal de todo o Estado, entregará esta petição nas mãos ao Governador do Estado de Minas Gerais, para que ele se sensibilize com a causa e possa finalmente criar e implementar o nosso Primeiro Hospital Público de Minas Gerais.

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Gato atropelado se locomove com ajuda de cadeira de rodas no Piauí

Dona do gato Vitório achou na internet um vídeo e mandou fazer a cadeira. Na primeira tentativa, animal já se adaptou e hoje leva uma vida normal.

Mais um gesto que demonstra dignidade do ser humano em relação aos animais.

Reportagem completa: http://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2016/03/gato-atropelado-se-locomove-com-ajuda-de-cadeira-de-rodas-no-piaui.html

Como um bebê que precisa de cuidados e carinho, o gatinho Vitório, nome dado devido sua história, também necessita de uma atenção redobrada, isso porque o animal sofreu um acidente que comprometeu suas patas traseiras e só consegue caminhar com facilidade com ajuda de uma cadeirinha com rodas.

O gato foi encontrado há menos de um ano pela comerciante Francisca Maria, da cidade de Ipiranga do Piauí, sul do estado, que viu o animal se arrastando pela rua e sensibilizada decidiu leva-lo para casa.

“Eu vi o gatinho se arrastando pela rua, mas tinha que ir pro trabalho. Fiquei pensando nele o dia inteiro, começou a chover e então eu fui resgatá-lo. Levei pra casa, dei banho, dei remédio e coloquei um saco para que as patas dianteiras não ferissem mais do que já estavam. Como ele é muito dócil e carinhoso não consegui doar pra ninguém. Dei o nome de Vitório porque acho ele um vitorioso já que foi atropelado e sobreviveu”, explicou.

Percebendo a dificuldade do animal em se locomover, Francisca começou a pesquisar na internet formas de fisioterapia e como melhorar o bem estar de Vitório até que encontrou como fazer uma cadeirinha especial para animais que possuem algum tipo de deficiência e para a sua surpresa a pessoa que fez a cadeira se sensibilizou com a deficiência do gatinho e fez de graça.

“Eu ficava com dó dele porque eu percebia o quanto era ruim ele ficar se arrastando. Fui na internet e achei uma cadeirinha, dai levei no veterinário pra saber como estava o estado de saúde dele, tirei as medidas e levei em uma pessoa que tem uma loja de materiais de construção. Ele disse que nunca tinha feito nada parecido, mas eu mostrei o vídeo e ele fez de graça, porque se sensibilizou com a história”, esclareceu.

Francisca conta com muita emoção que na primeira tentativa com a cadeirinha, o gato Vitório já se saiu muito bem e que hoje corre e brinca. “Eu vi nos olhos dele a satisfação de poder voltar a andar normalmente. Com alguns ajustes conseguimos fazer a cadeira perfeita para a sua locomoção. Ele corre por toda a casa, brinca, sobe em calçadas, faz tudo. A noite eu tiro para que ele possa dormir melhor”, contou.

Gatinho Vitório

A dona do animal ainda diz que por causa da paralisia nas patas traseiras, o gatinho não possui sensibilidade na região e precisa de uma fralda para fazer as necessidades. “Ele sujava muito a casa porque como não tem sensibilidade na parte detrás do corpo ele faz em qualquer lugar. Por isso, compro fraldas e troco ao longo do dia para o conforto dele”, declarou.

Amizade sincera com outro gato da casa
Desde que chegou em sua nova casa, Vitório virou o melhor amigo de Théo, outro gato da casa. De acordo com a comerciante, os dois não se desgrudam um minuto.

“Se Théo some por um instante, Vitório começa a procurar. Eles brincam muito juntos e a cadeirinha não impede isso. É uma amizade muito bonita. O Théo até passeia mais, vai comigo para a casa da minha mãe na moto, mas o Vitório eu prefiro deixar em casa por enquanto. Aos poucos ele vai socializando. Esse é o único momento que eles se separam”, explicou.

Novidade da cidade
Por causa de sua história, o gatinho Vitório é conhecido na cidade e deixa as pessoas curiosas por causa da sua condição. “Todo mundo me pede pra fazer vídeo e postar nas redes sociais. Elas querem ver como ele se locomove porque acham diferente. Tenho uma vizinha que sempre quer visitá-lo. Enfim, todos ficam impressionados com a condição do Vitório”, comentou a dona.

Cuidados especiais com animais deficientes
Segundo a veterinária da Universidade Federal do Piauí, Roselma Moura, a cadeirinha é uma ótima opção para esses tipos de animais deficientes, mas é preciso que os donos tenham alguns cuidados.

“Primeiro é necessário procurar um especialista para que se avalie o estado de saúde do animal. Depois disso os donos devem deixar a casa livre de muitos objetos para que os bichos não se enrosquem e não batam nas coisas. É preciso uma área livre para a sua locomoção. A cadeirinha tem que estar bem ajustada, de acordo com a anatomia do animal para que haja um equilíbrio das patas dianteiras e traseiras”, esclareceu.

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Experiência de tutores abre discussão sobre adoção de animais com deficiência

Uma excelente reportagem da BÁRBARA FRANÇA:

http://www.otempo.com.br/pampulha/reportagem/dedica%C3%A7%C3%A3o-e-alegria-1.1243796

Depois de o divórcio ter levado a boxer que dividia o apartamento com o casal, Francisco Ferreira, 32, sentiu uma necessidade enorme de ter outro pet. O administrador de empresas não tinha muitos critérios para a escolha do novo companheiro, mas sabia que preferia um animal mais velho, de porte relativamente grande e, sobretudo, que fosse adotado. Ele só não sabia, até então, que a adoção que o aguardava é considerada “especial”.

Pedrita, como foi apelidada a pit bull de 11 anos, não tem uma orelha, possui um tumor nas glândulas adrenais e tem uma certa aversão ao contato com outros animais. “Descrição assim até poderia afastar alguém que estivesse em busca de um bicho para o lar, mas foi o que nos aproximou. Logo que a vi, senti que queria ser útil e dar qualidade e dignidade aos últimos anos de vida dela”, comenta Francisco, que completa neste sábado (27) dois anos ao lado de sua amiga peluda.

A iniciativa do administrador de empresas é rara. Segundo dirigentes de ONGs ligadas à defesa de cães e gatos, o preconceito e o temor de trabalho em excesso com o animal especial rondam os candidatos que se dispõem a adotar um bichinho de estimação. Mas a experiência do administrador e de tantos outros tutores que optaram por esse tipo de adoção mostra que, na maior parte dos casos, esse receio não tem muita razão de ser. Além do mais, os relatos apontam que a convivência com a limitação dos pets os levaram a se tornar pessoas melhores, mais pacientes.

São chamados “animais especiais” aqueles com problemas físicos e neurológicos, mas não somente. Idosos também entram na classificação por demandarem cuidados mais detalhados, e os animais da cor preta, por serem menos procurados em relação aos de pelo claro. De forma geral, são os bichos de estimação que menos despertam o interesse de possíveis adotantes e que, conforme Denise Menin, diretora administrativa da ONG CãoViver, de proteção animal, acabam “mofando” nos abrigos.

Segundo estimativa da campanha “#AdoteUmPetComDeficiência”, de São Paulo, em eventos de adoção, por exemplo, a rejeição aos especiais chega a 99%. Em Belo Horizonte, não existem dados do tipo, mas iniciativas como o programa “Adote Um Amigo” contabilizam cerca de cinco pets idosos ou com deficiência adotados num universo de 1.700 adoções “comuns” (veja mais na página 4).

“As pessoas ainda têm preconceito. Acreditam que esses bichinhos com alguma característica diferente dão mais trabalho e não vão oferecer a mesma alegria que os outros oferecem. Não tem nada mais equivocado que isso”, destaca Denise.

Adaptáveis

Acostumada a cuidar de gatos desde a infância, a empresária Giovanna Palmieri, 21, não percebe muita diferença no trato entre eles e a gata Safira, cega, que adotou há quatro anos. Tomar cuidado ao acariciá-la e não mudar com frequência a disposição dos móveis da casa, no entanto, são algumas das precauções que aprendeu a incluir no cotidiano.

“Como não enxerga, ela se assusta muito se chegamos por trás para tocá-la. Isso eu já aviso a qualquer um que venha nos visitar. Agora, como a gata se adapta a um certo tipo de ambiente, trocar tudo de lugar com frequência pode deixá-la estressada. Por conta da Safira, me tornei mais paciente e respeitosa”, conta ela, que também adotou, há duas semana, o Bakunin, cão sem uma pata traseira e sem um dos olhos por ter sido espancado.

Para Fernando Bretas, professor da Escola de Veterinária da UFMG, além desses cuidados, é importante evitar a presença de piscinas, buracos e escadas no caso da adoção de animais cegos. “Falamos nessas precauções simples, mas é importante destacar que os animais se adaptam muito mais que nós a determinadas situações. Já tratei casos em que o tutor não fazia nem ideia de que o animal era cego. Assim como os que não possuem uma das patas, saltam, correm e se divertem como qualquer outro”, destaca ele, chamando a atenção apenas para o tipo de piso em que o animal anda. Afinal, a aspereza pode ferir a pele sensível da pata amputada.

O que não cabe mais é, conforme o professor, acreditar que qualquer deficiência no animal é sinônimo de sofrimento e que ele, por isso, deve ser sacrificado. “Há, sim, esses casos críticos e terminais em que a atitude faz sentido, mas tais casos estão longe de ser maioria”.

Alexandra Moraes, 41, servidora federal e idealizadora do projeto Miaui, por exemplo, chegou a ser desacreditada quanto à condição da gata Mariana, resgatada após um atropelamento há quatro anos. Hoje, com insuficiência renal e uma pata dianteira inutilizada, Mariana leva uma vida comum. A única diferença é que a gata demanda exames periódicos de sangue e urina e uma “ração renal”.

Incondicional

“Me incomoda quando as pessoas comentam ‘nossa, tão linda, mas aleijada!’. Não tem esse ‘mas’, ela é linda do jeito que é e muito feliz, é a líder de todos nossos bichinhos”, enfatiza Alexandra, que também cria Aninha, uma gata surda.

Para ela, o maior prazer de ter as felinas como companhia é aprender diariamente sobre superação. “Bicho não se vitimiza. Eles contornam suas dificuldades com facilidade e não ficam pensando que são piores ou melhores. Eles apenas querem viver. Aprendo muito com eles”, afirma.

Francisco, o tutor da Pedrita, concorda. “Ela me ama do jeito que sou, por que não fazer isso por ela?”.

Gatinha faz sucesso no face

Tutora de uma gata sem as duas patas dianteiras e sem uma orelha, Renata Raffaele, 36, encontrou nas redes sociais um espaço favorável para combater o preconceito existente com relação aos animais especiais. No grupo “Esperança! – A Gatinha Mais que Feliz!!!!”, do Facebook, a bancária divulga as peripécias cotidianas de sua felina de estimação e, com isso, mostra que ela não perde em nada no quesito qualidade de vida em comparação aos outros pets.

Entre brasileiros e apaixonados por bichos oriundos de vários países do mundo, o grupo já conta com quase 5.000 membros.

“A ideia surgiu quando, há um tempo, postei uma foto da Esperança em um grupo chamado ‘Tudo Sobre Gatos’ sem mencionar suas deficiências. Algumas pessoas perceberam e começaram a me perguntar sobre seu dia a dia. Foi um sucesso e as pessoas sugeriram que eu criasse um grupo só dela”, comenta Renata, enfatizando que o preconceito das pessoas é fruto do desconhecimento acerca da realidade dos animais.

“Recebo mensagens carinhosas de pessoas que passaram a conhecer melhor a história da Esperança. Elas têm muitas dúvidas, desde como a gata se alimenta, até a forma como ela faz suas necessidades e não há nada de diferente. Não tomo nenhum cuidado especial. Quando alguém comenta que sente pena da Esperança, logo respondo que ela é feliz”, destaca.
O grupo no Facebook também se tornou um espaço para que os membros exponham a realidade de outros animais especiais, encontrem informações e compartilhem vivências.

Um olhar para o diferente

Belinha foi retirada da rua com uma pata fraturada em estado grave que, dias depois, precisou ser amputada. Resgatada pela equipe do programa “Adote um Amigo”, que realiza feiras semanais de adoção na capital, Belinha já foi e voltou para o abrigo várias vezes por falta de interesse de quem a levasse para casa. “Por casos como esse é que passamos a não levar os animais considerados especiais para os eventos de sábado. É desgastante para eles esse trajeto”, conta Leonardo Veloso, veterinário do projeto. Segundo ele, uma conversa sobre a existência de animais com deficiência e idosos ávidos por ganharem um novo lar é sempre levada a cabo com quem visita as feiras.

Denise Manin, diretora administrativa da ONG CãoViver, confirma que essa é a prática preferida das instituições que lidam com proteção animal, uma vez que ainda não existe em BH um plano efetivo de conscientização voltada para a adoção especial.
A internet também é uma alternativa e pelo menos quatro páginas do Facebook mantidas por associações de Belo Horizonte e região metropolitana são dedicadas à modalidade. “Preferimos divulgar na internet, anunciar entre pessoas conhecidas, para que elas venham até o abrigo e conheçam o animal em seu ambiente, sem estressá-los”, explica. Afinal, conforme ela, o histórico que estes animais trazem consigo demandam atenção mais detida por parte das instituições, não só com o físico, mas, também, com o psicológico</CW>.
“Muitos deles não têm patas ou são cegos e surdos porque foram espancados ou atropelados, o que configura experiências traumática”, aponta Franklin Oliveira, ativista de proteção animal e administrador de uma casa de passagem onde moram mais de cem animais e que está prestes a ser fechada por questões de custo. Bicheira e subnutrição são outros quadros comuns encontrados nos animais resgatados.
Em São Paulo, onde a campanha “#AdoteUmPet ComDeficiência” organiza eventos mensais, há sempre um revezamento entre os bichos a cada edição do evento. A ideia é que eles possam descansar, mas a iniciativa de revezá-los também tem a ver com o baixo êxito em emplacar adoções. “Levamos no máximo 20 animais por edição e conseguimos que apenas de um a cinco ganhe uma família”, conta Lívia Clozel, idealizadora da campanha em parceria com a Associação Protetora dos Animais São Francisco de Assis (Apasfa).
Lívia é tutora de uma cadela deficiente da pata traseira chamada Amora. Ela revela ser um objetivo seu expandir a campanha para várias capitais do país, inclusive Belo Horizonte. “Queremos abrir o debate sobre a adoção consciente e diminuir esse estigma de que os animais especiais são difíceis de cuidar. Muitos deles não precisam sequer de acompanhamento da deficiência”, diz.
Para adotar
Agora, uma vez escolhido o animal, o processo segue os mesmos preceitos de uma adoção “comum”, a única diferença é uma conversa mais demorada com o aspirante a tutor. “Queremos saber a respeito do ambiente em que o animal será criado, as condições do tutor em oferecer a ele uma vida digna e, nesse caso, precisamos conversar, sobretudo, sobre a capacidade da pessoa entender as limitações do animal”, explica Denise.
Lívia, por exemplo, sabe que a cadela Amora não se dá bem em lugares muito movimentados devido ao trauma de um possível espancamento e é a esse tipo de comportamento que ela se atém diariamente. “Todos nós temos nossas limitações. No caso da minha cadela, não vou levá-la a um shopping center, mas posso fazer outros passeios com ela. É preciso ter noção, mas isso não quer dizer, necessariamente, restrição”, afirma.
Feira
Informe-se O programa Adote Um Amigo realiza feiras de adoção itinerantes, todos os sábados. Lá é possível ter acesso a informações sobre os animais especiais com a equipe do programa. A feira deste sábado (27) acontece na rua Edna Quintel, 173, bairro São Bernardo, das 9h às 13h.
Onde encontrar um animal especial
Adote Uma Vida (BH e região) A página no Facebook é dedicada à adoção de animais abandonados. A Pretinha, por exemplo, usa cadeira de rodas e está pronta para a adoção. Acesse: facebook.com/ADOTE-UMA-VIDA-BH-e-região.
Animais Especiais A página compartilha animais especiais para adoção em todo Brasil e oferece dicas sobre como trocar fraldas e curativos, por exemplo. Acesse:facebook.com/animaisespeciais.
CãoViver Associação de proteção animal que conta com animais especiais em seu abrigo. É importante ir até a sede da entidade para conhecê-los de perto. Acesse: facebook.com/caoviver
Casa de passagem do Franklin Blog com informações sobre os animais do abrigo. Acesse:franklineumassis.blogspot.com.br/
O Lobo Alfa Projeto Iniciativa que busca resgatar e adotar animais abandonados. Na página também há dicas de como agir quando se encontra um bicho na rua. Acesse: facebook.com/oloboalfa.projeto.
Rockbicho Associação dedicada à proteção animal cuja página no Facebook é também um lugar de compartilhamento de animais à espera de uma adoção. Acesse: facebook.com/rockbichooficial.
Dicas 
Obstáculos Para facilitar a vida de um animal cego, Fernando Bretas, professor da Escola de Veterinária da UFMG, aconselha aos tutores morarem em ambiente de um nível só, sem degraus ou o que quer que se transforme em um obstáculo para o bicho. É bom o pet não ter acesso a áreas de piscina sem cobertura.
Artifícios Segundo Bretas, já existem produtos que objetivam tornar a vida dos animais de estimação cegos mais tranquila, como uma haste a ser
colocada na cabeça, como uma espécie de chapéu. Caso ele trombe, isso evita que o bicho se machuque. Outra alternativa é colocar em pontos específicos da casa algo que exale um perfume forte. O cheiro serve como um sinalizador de obstáculos.
Fobias Ao adotar um animal adulto, conforme Victor Rezende, psicólogo e adestrador de cães, é preciso dar tempo para que o bicho reconheça o novo ambiente e passe a confiar no tutor. No entanto, segundo ele, este tempo também é necessário para que o tutor perceba possível manifestações de fobias ou comportamentos considerados anormais no bicho. “Como não se sabe ao certo o histórico, deve-se, primeiro, deixar o animal se mostrar. Medo e agressividade são sinais de algo que não vai bem”, comenta.
Profissional Rezende recomenda que, para adotar, a pessoa já tenha tido experiências com animais de estimação e procure um profissional para auxiliar no comportamento.
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Estudo científico revela que conversar com seu gato faz bem para a saúde dele

http://gatices.blogfolha.uol.com.br/2015/10/16/estudo-cientifico-revela-que-conversar-com-seu-gato-faz-bem-para-a-saude-dele/

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O que acontece quando gatos ficam estressados?

Uma importante reportagem da

Leia a reportagem aqui: BBC Brasil

Confinamento é estressante para os bichanos

Para evitar isso, Rehnberg acredita que uma boa solução é que os animais sejam castrados. “Isso reduz a chance de eles, ou sua cria indesejada, acabarem em abrigos.”

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Adoção – Chico – Campinas SP

Adoção

Adoção

Chico para adoção: Será doado castrado, vacinado e vermifugado. Interessados favor entrar em contato com ….

Chico foi adotado e é um gato muito feliz hoje!

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Em BH – Projetos tentam implantar castrações gratuitas e cemitérios de animais

O Projeto de Lei 1374/14, de autoria do vereador Veré da Farmácia, terá que ser esmiuçado um pouco mais antes de passar pelas comissões da Câmara Municipal de Belo Horizonte para ir a votação no plenário. A proposta é que a capital passe a contar com unidades móveis de castração gratuita de cães e gatos em cada regional.

 

Veré acredita que se aprovado, o número de animais abandonados nas ruas irá diminuir consideravelmente. “Esse projeto é focado em pessoas carentes que, às vezes, não tem condições de arcar com os  custos de uma castração. Quando a pessoa pega um cachorro na rua e nem sabe que está prenha, acaba abandonando a ninhada na rua”, explica.

Além da esterilização dos animais, as unidades móveis também ofereceriam vacinações gratuitas e campanhas de conscientização. “O dono do animal teria toda a orientação necessária ao procurar uma unidade, e o animal também irá sair de lá microchipado, para que possa ser monitorado depois de atendido”, diz Veré.

Para o atendimento, será necessário agendar a castração elevar documentos como comprovante de endereço e identidade do tutor do animal.

O que já existe

A Secretaria Municipal de Saúde informou que BH já conta com uma unidade móvel de castração, no entanto, não deu mais detalhes sobre onde ela está atualmente e como é feito o agendamento.

Além disso, o controle reprodutivo dos animais pode ser feito pela Gerência de Controle de Zoonoses da secretaria. Diariamente, são oferecidas 40 vagas no Centro de Esterilização de Cães e Gatos Noroeste (CECG), 48 vagas no CECG Oeste e 50 no Centro de Controle de Zoonoses. Para tirar dúvidas sobre os serviços, os números são 3277-7414 e 3277-7411.

Ainda segundo a secretaria, as atividades dos CECG são “estritamente cirúrgicas e como todo procedimento cirúrgico eletivo, o paciente deve ser devidamente preparado com 12 horas de antecedência, incluindo jejum hídrico e alimentar, indispensáveis para a segurança do procedimento que envolve anestesia geral”.

No ano de 2013 foram feitas 15.946 cirurgias de castração em animais pela rede pública na capital e em 2014 foram 17.542 procedimentos.

No Barreiro

Atrasadas, as obras do centro de Esterilização de Cães e Gatos no Barreiro terá capacidade para realizar 1.200 cirurgias por mês. Segundo a Secretaria de Saúde de BH, a previsão é que o local seja inaugurado no segundo semestre deste ano.

Cemitério de animais

De autoria do vereador Bispo Fernando Luiz, o Projeto de Lei 1334/14 foi aprovado na Comissão de Administração Pública na última semana. Se aprovado em plenário, Belo Horizonte também passará a ter um cemitério público de animais de pequeno porte, como cães e gatos, denominado Cemitério Público “Amigos dos Animais”.

http://www.otempo.com.br/cidades/projetos-tentam-implantar-castra%C3%A7%C3%B5es-gratuitas-e-cemit%C3%A9rios-de-animais-1.1055275

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Câmara aprova punição mais dura por maus-tratos a cães e gatos

Parabéns Ricardo Tripoli, um grande avanço… mas fiquemos atentos aos que são contra o projeto.

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (29) projeto de lei endurecendo a punição por maus-tratos a cães e gatos.

O texto foi originalmente apresentado pelo deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP), conhecido defensor dos direitos dos animais, e tem que passar ainda por votação no Senado. O projeto estabelece pena que, em casos extremos, pode levar a uma condenação maior do que a mais branda que o Código Penal prevê hoje para a morte de pessoas.

Hoje a legislação pune os maus-tratos a animais com pena de detenção (em regime semi-aberto ou aberto) de três meses a 1 ano – podendo chegar a 1 anos e quatro meses em caso de morte do animal.

O projeto aprovado pela Câmara eleva a detenção por matar cão ou gato para 1 a 3 anos. Eleva-se em um terço a pena se o crime é cometido “com emprego de veneno, fogo, asfixia, espancamento, arrastadura, tortura ou outro meio cruel”.

A pena pode ainda ser dobrada caso se reúnam mais de duas pessoas para a prática do crime ou quando ele seja cometido pelo proprietário do animal.

Hoje o Código Penal prevê pena de reclusão (que pode ser cumprido em regime fechado) mínima de seis anos por homicídio simples. E a pena pode ser diminuída pelo juiz caso o crime seja “impelido por motivo de relevante valor social ou moral, ou sob o domínio de violenta emoção, logo em seguida a injusta provocação da vítima”.

O projeto aprovado nesta quarta ganhou celeridade na Câmara após o episódio envolvendo os beagles. Eles foram retirados em outubro do Instituto Royal, em São Paulo, por ativistas que acusaram o laboratório de maus-tratos durante experimentos científicos.

O texto também prevê punição pelo abandono dos animais de estimação (detenção de 3 meses a 1 ano) e pela promoção de rinha de cães (3 a 5 anos de reclusão).

A punição não ocorre se a morte consistir “na abreviação da vida de um animal em processo agônico e irreversível”. “As estatísticas mostram que os mesmos que agridem os cães, gatos, os animais de uma forma geral, são aqueles que agridem o idoso, que batem na mulher, que agridem as crianças. É o mesmo covarde. É o mesmo tipo de cidadão que não tem respeito a quem é mais fraco e não pode se defender”, discursou na sessão o deputado Daniel Coelho (PSDB-PE).

O autor do projeto também o defendeu em plenário: “Quero aqui dar um pequeno exemplo, porque muitas vezes alguns me abordam e dizem que é um caso de menor importância, de uma rápida história, que eu tive a oportunidade de presenciar, de uma senhora de 82 anos”, discursou Tripoli.

Segundo ele, essa senhora que ele encontrou demonstrava um grande apego pelo cão. “Eu lhe perguntei por que ela tinha um apego tão grande com aquele animal. Ela me disse que, depois que seus filhos cresceram e a abandonaram, era a única pessoa que lhe fazia companhia. Ela não dizia cão, não dizia animal, mas dizia: A única pessoa que lhe fazia companhia.”

O tucano afirmou que o próximo passo será tentar também endurecer a punição a maus-tratos contra outros animais domésticos (silvestres, exóticos).

O deputado Valdir Colatto (PMDB-SC) se posicionou contra o endurecimento das punições, argumentando o risco de piora na superlotação dos presídios. “Seria preciso usar o Maracanã para colocar as pessoas que agem contra cães e gatos.”

 

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Veja dicas para administrar remédio para os pets

Uma ótima reportagem:

http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2014/08/23/noticia_saudeplena,149908/veja-dicas-para-administrar-remedio-para-os-pets.shtml

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Bons artigos da Fernanda Fragata

http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/fernanda-fragata/

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Gata de estimação salva menino de 4 anos de ataque de cão feroz

Gata de estimação salva menino de 4 anos de ataque de cão feroz

Um menino americano de 4 anos foi salvo de um ataque por um cão feroz por sua gata de estimação.

Jeremy Triantafilo andava de bicicleta na frente de casa, na cidade de Bakersfield, na Califórnia, quando foi mordido na perna pelo cachorro do vizinho.

Jeremy com a gata Tara

O garoto Jeremy diz que a gata Tara é “uma heroína”

A gata Tara correu então em direção ao cachorro e conseguiu afugentá-lo antes que ele arrastasse Jeremy.

Toda a sequência foi captada pelas câmeras de segurança da casa da família.

O menino saiu praticamente ileso do ataque, a não ser por alguns pontos que levou na perna.

“Ela é minha heroína”, afirmou depois.

Segundo a polícia local, o cachorro responsável pelo ataque, uma mistura de Labrador com Chow de 8 meses de idade, foi entregue às autoridades e deverá ser sacrificado.

Os donos do cachorro afirmaram que o animal não gostava de crianças nem bicicletas.

Veja o vídeo.

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Casa com gatos

Duas reportagens interessantíssimas:

http://estadodeminas.lugarcerto.com.br/app/noticia/show-room/2014/01/29/interna_showroom,47831/empresa-utiliza-espacos-suspensos-da-casa-para-criar-playground-para-g.shtml

e

http://estadodeminas.lugarcerto.com.br/app/noticia/show-room/2014/02/28/interna_showroom,47897/homem-gasta-mais-de-r-80-mil-para-fazer-de-sua-casa-um-paraiso-para-g.shtml

Casa para gatos

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Centro de Zoonoses de BH oferece castração gratuita de cães e gatos

A castração ao contrário do que muitos pensam, oferece benefícios para os animais, atuando na saúde física e emocional dos animais. Procure uma clínica de sua confiança ou conte com os serviços públicos de seu município, mas não deixe seu bichinho sem este procedimento.

Reportagem:

O serviço de castração de cães e gatos é feito gratuitamente pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Belo Horizonte. O agendamento pode ser realizado presencialmente ou pelo telefone. As unidades ficam nos bairros Caiçara, Salgado Filho e São Bernardo. É preciso levar documentação de identidade, ser morador da capital e ainda apresentar comprovante de endereço.

Há risco cirúrgico, por isso o animal deve estar saudável. Além do controle da superpopulação, a castração no caso das fêmeas previne o surgimento de tumores e doenças no útero. Os procedimentos levam em média 20 minutos Outras informações no portal da Prefeitura de Belo Horizonte.

Veja abaixo os endereços e os telefones das unidades:
Centro de Controle de Zoonoses
Endereço: Rua Edna Quintel, 173 – São Bernardo
Telefone: 3277-7411 / 3277-7413

Centro de Esterilização de Cães e Gatos Noroeste
Endereço: Rua Antônio Peixoto Guimarães, 33 – Caiçara
Telefone: 3277-8448

Centro de Esterilização de Cães e Gatos Oeste
Endereço: Rua Alexandre Siqueira, 375 – Salgado Filho
Telefone: 3277-7576

http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2013/07/centro-de-zoonoses-de-bh-oferece-castracao-gratuita-de-caes-e-gatos.html

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Lei proíbe uso de animais em espetáculos circenses

Passou da hora de acabarmos com essa covardia, essa vergonha.

O uso de animais silvestres ou domésticos, nativos ou exóticos, em espetáculos circenses está proibido em Minas Gerais. A nova lei, publicada no Diário Oficial de Minas Gerais no sábado (18), proíbe também a manutenção destes animais em circos no estado.

Segundo o texto, o descumprimento prevê multa de R$ 26.382 para o infrator e apreensão do animal. A responsabilidade pela fiscalização será do governo do estado, já a destinação dos animais apreendidos deve ser definida na regulamentação.

Segundo a Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o projeto é de autoria do deputado Alencar da Silveira Júnior (PDT). A lei começou a valer na dada da publicação.

http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2014/01/lei-em-mg-proibe-uso-de-animais-em-espetaculos-circenses.html

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Curiosidades

Site: http://www.oversodoinverso.com/infografico-aula-de-anatomia-felina-e-algumas-curiosidades/

Site: http://www.oversodoinverso.com/infografico-aula-de-anatomia-felina-e-algumas-curiosidades/

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38 Fotos provam que os gatos tem um coração de ouro

Sim… nós já sabemos. Mas cada foto é mais linda e emocionante que a outra… Vale conferir:

http://www.buzzfeed.com/summeranne/38-pictures-that-prove-cats-have-a-heart-of-gold

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Doação [Cláudia]


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Doação
Contato com Cláudia: OI 31 9707 1498  e  TIM 31 9969 1498

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A companhia e a devoção que os felinos nos dedicam ultrapassa em muito o risco de nos expormos a doenças

Gravidez e gatos: Existe perigo nesta relação?
A toxoplasmose não é o único perigo que as grávidas têm de enfrentar. Se houver boa higiene, e consumo de carne apenas bem cozinhada, a maioria dos problemas serão evitados. A toxoplasmose não é nenhuma novidade e as mulheres grávidas podem possuir gatos. A companhia e a devoção que os felinos nos dedicam ultrapassa em muito o risco de nos expormos a doenças.
Gravado no Pet Shop Animal Help

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O encantador de gatos – Introdução de um novo felino

Vamos comentar neste post algo que acontece com certa frequência em algumas residências: a introdução de um novo felino e a resistência por parte daqueles que já moram no local.

É comum que os veteranos tenham resistência e, por vezes, ataquem o felino novato. Mas tudo tem jeito e há algumas técnicas que ajudam muito neste momento de adaptação para ambos animais.

“NÃO introduza o novo animal diretamente no ambiente.”
Sempre que for possível, ao receber um novo felino, coloque-o num quarto ou local fechado (para não fugir) com ração (de preferência igual a dos veteranos) e água a vontade. Os felinos não são presos ao ambiente como a ignorância popular diz, mas possuem sim, uma ligação mais territorialista, de modo que, só o fato de mudarmos o animal de local, estamos provocando um certo stress no bichinho.

“Comece um trabalho de adaptação usando o olfato.”
Os animais são extremamente sensíveis com o sentido do olfato. Os veteranos vão saber que há “alguém novo na área” e provavelmente vão cheirar pela fresta da porta, podem miar, etc… essa reação depende de cada bichano. Mas há como tirar proveito desta sensibilidade. Faça carinho nos veteranos para que o cheiro deles passem para suas mãos, etc… depois, vá no ambiente do novato e faça carinho nele, para que: 1) sinta o cheiro dos veteranos e com o seu carinho, associe a algo bom, 2) para que o cheiro do novato se misture com os veteranos. Volte nos veteranos e deixem eles cheirarem, se fizerem fúuu (riscar fósforo) não se intimide, espere um pouquinho e faça carinho neles. A idéia é misturar os cheiros, na verdade, se apresentarem pelo cheiro recebendo uma atitude de carinho, de algo bom.
Neste momento também seria muito bom se você conseguir uma peça de roupa velha, onde os veteranos possam rolar em cima, dormir, enfim, passar o cheiro deles. Levar para o novato fazer o mesmo e voltar com a roupa aos veteranos. Um fato importante é que não é apenas compartilhar o ambiente que incomoda os animais, mas principalmente, compartilhar aqueles que eles escolheram para serem donos. Ou seja, a mim e a você. Eles geralmente escolhem alguém da casa para serem mais próximos, etc… e esse egoísmo pessoal está entre os fatores de maior stress nas relações coletivas entre os animais. Tivemos sucesso com essa técnica com os nossos quando da adaptação.

“Introduza o novo animal aos poucos.”
Ao passar de dois dias ou três, você terá essa sensibilidade, comece a liberar o animal para conhecer a casa ou apartamento. É muito importante você acompanhar esses primeiros movimentos. Os veteranos estarão curiosos e podem estranhar. Se houver riscado de fósforo ou movimentação agressiva, separe os animais. Não deixe que eles “se resolvam” pois isso só vai aumentar a raiva. Também não bata neste momento (aliás, nunca batemos nos nossos), converse com os veteranos, passe a mão neles, acalme-os com uma voz tranquila e fortaleça o fato de que eles vão continuar sendo amados e não perderão seu papel na família. Pode parecer bobeira mas não é, os animais possuem uma sensibilidade que nós humanos ainda não a conhecemos em sua plenitude. Se for dar briga, volte com o novato para o ambiente separado e recomece o passo um, use as roupas, etc…

“Não force a relação.”
Pode ser que na ansiedade de tudo dar certo, você coloque um animal próximo do outro propositadamente. Isso geralmente não dá certo e os veteranos costumas se sentir ameaçados e tornam-se agressivos instintivamente. Não faça isso, seria como provocar uma “rinha de gatos”. Deixe-os se descobrirem devagar, no ritmo deles. No início muitas vezes vão ficar distantes, observando uns aos outros, mas em pouco tempo estarão próximo e com nosso apoio, serão amigos.

“Mesmo assim está tenso.”
Procure nos petshops especializados ou na internet, por florais felinos. São “perfumes” feitos artesanalmente que ajudam a acalmar os felinos tornando o ambiente mais agradável. Algumas pessoas já tiveram sucesso com esse procedimento.
Compre também a “erva dos gatos”, catnip. É um matinho que eles simplesmente adoram, vão a loucura. Isso também acalma os felinos. A erva pode ser compartilhada mas ela não deve durar muito. Eles vão mastigar o canteirinho no potinho e detonar a graminha.

Você não precisa introduzir o floral e a erva ao mesmo tempo. Nem acho recomendável. Prefira uma técnica por vez e avalie o resultado antes de reintroduzir o floral ou a erva.

“Mais alguma coisa?”
Sim, na verdade um dos itens mais importantes é a castração dos animais. Que além de beneficiá-los fisicamente, atua na saúde emocional.

Vou colocar em outro post algumas ‘descobertas’ que fizemos durante o tempo que nos  ajudam hoje com muita propriedade a cuidar de nossos animais com maior efetividade.

Chris Nicklas e seus gatos

Chris Nicklas e seus gatos

E para fechar, sempre consulte um veterinário de sua confiança. Converse com ele sobre estes e outros aspectos. Este profissional estudou muito para poder nos ajudar com nossos queridos e pode orientá-lo com outros métodos e procedimentos dentro do contexto em que sua família se encontra.

Não desista deles! Infelizmente grande parte dos felinos são animais incompreendidos em uma sociedade onde a personalidade e independência (parcial) não são aceitas pelos humanóides. Mas só quem já em um gato sabe como é impossível viver sem eles depois!

Um forte abraço e sucesso com os novos membros da família!

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